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Santa Elisabeth da Trindade

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      Elisabeth Catez nasceu no acampa­mento militar de Avor, Bourges, França, a 18 de julho de 1880. De temperamento vivo e turbulento, brilhante no piano, aos 14 anos sentiu-se profundamente atraída por Jesus. Aos 18 anos, apesar de muitos pretendentes, afirma que “o seu coração já não está livre, entregou-o ao Rei dos reis”.

      Entra para o Carmelo de Dijon, com 21 anos. A 9 de novembro de 1906, com apenas 26 anos de idade, parte para o seio da Trindade, na presença de Quem já vivera na terra, exclamando: “Vou para a luz, para o amor, para a vida”.

Deixou-nos pequenos tratados espirituais, e ainda cartas e poesias, onde revela a profundidade da sua vida e doutrina espiritual.

      Foi beatificada por João Paulo II, em Roma, a 24 de novembro de 1984, e canonizada pelo Papa Francisco a 16 de outubro de 2016.

“Ser esposa do Cristo!

            Não é somente expressão do mais doce sonho: é uma divina realidade; a expressão de todo um mistério de semelhança e de união; é o nome que ao alvorecer de nossa consagração a Igreja pronuncia sobre nós: Veni sponsa Christi!...

            “Esposa”,  tudo o que este nome faz pressentir de amor dado e recebido! De intimidade, de fidelidade, de devotamento absoluto!... Ser esposa, é ser entregue como ele se entregou;  é ser imolada como ele, por ele, para ele...

 

É o Cristo se fazendo todo nosso, e nós nos tornando “toda sua”!

Ser esposa, é ter todos os direitos sobre o seu Coração, é um coração a coração por toda a vida. É viver com... sempre com... É repousar de tudo nele, e permitir-lhe repousar de tudo em nossa alma!...

            É não mais saber senão amar; amar adorando; amar reparando, amar rezando, pedindo, suplicando; amar sempre sob todas as formas!”

 

(Elisabeth da Trindade)

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